Daniel Paixão
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Papudiskina

Bolsonaro, a Invasão da Embaixada da Venezuela e a irresponsabilidade petista. Papudiskina

COLUNA Papudiskina - 15 de novembro de 2019
Publicado em: 16 de Novembro de 2019

Bolsonaro, a Invasão da Embaixada da Venezuela e a irresponsabilidade petista - Essa polarização brasileira entre militantes de direita e de esquerda não tem trégua, mas os esquerdistas conseguem ser mais radicais e beiram à irresponsabilidade. Enquanto os direitistas demonstram seu ódio aos esquerdistas, estes, por sua vez, quando não estão no poder, odeiam a pátria que os abrigam e onde nasceram, não se importando em expor e prejudicar a imagem da nação. Nesta quarta-feira, por exemplo, o país realizava um grande evento no qual foram convidados chefes de governo de China, Rússia, Índia e África do Sul e os políticos do PT, junto com alguns de seus leais seguidores, foram à porta da Embaixada da Venezuela, invadida por manifestantes venezuelanos, para vociferar que o ato fora incentivado pelo presidente Jair Bolsonaro.
A verdade é que, aproveitando-se de evento dos BRICS, um grupo de venezuelanos ligados ao autoproclamado presidente interino, Juan Guaidó, decidiu invadir aquele espaço e assumir o comando da embaixada, expulsando os funcionários ainda ligados ao contestado presidente venezuelano, Nicolás Maduro, que só está no poder por conta de uma fraude eleitoral ainda pior que a fraude promovida pelo “cocaleiro” Evo Morales, na Bolívia, que lhe custou o mandato graças a reação popular. 
O grupo de militantes de esquerda já havia mostrado toda a sua irresponsabilidade ao prejudicar os interesses nacionais do país onde nasceram e vivem ao denunciar que as queimadas na Amazônia faziam parte de uma política deliberada do presidente Jair Bolsonaro. Esse tipo de narrativa irresponsável é algo comum entre os petistas. Fizeram isso durante a deposição constitucional de Dilma Rousseff, ao alegarem que ela havia sido vítima de um golpe. Não houve golpe, naturalmente, pois o impeachment está previsto na legislação brasileira para impedir que um chefe de Governo cometa atos de improbidade administrativa.

Radicalismo da Esquerda na Bolívia - Durante 21 dias, o povo da Bolívia, democraticamente, saiu às ruas para denunciar a fraude que elegeu pela quarta vez consecutiva o presidente e líder cocaleiro Evo Morales. Enquanto as pessoas de bem cobravam mais democracia e respeito a um processo eleitoral limpo e transparente, os esquerdistas bolivianos ficaram em suas casas, quietos. Mas só foi Evo Morales renunciar para que deixassem o aconchego de seus lares e saírem às ruas para depredar, saquear e promover a desordem no país. 
Em raros momentos saíram a defender Evo Morales enquanto ele estava no poder, mas quando este renunciou – algo que não acreditavam acontecer – aí mostraram sua face obscura. Em La Paz, El  Alto, Santa Cruz, Cochabamba e outras principais cidades do país hostes de simpatizantes do Movimento Ao Socialismo (MAS) saíram às ruas para queimar, depredar e a matar.
O que esses manifestantes pró Evo Morales deveriam entender é que seu líder se transformou em um ditador e se encaminhou à suja própria derrocada ao querer se eternizar no poder, manipulando as leis e a Constituição Política do Estado a seu favor. A  legislação boliviana não permitia mais que uma reeleição e aí ele mudou para duas. Depois, não satisfeito, querendo se perpetuar no poder, fez um plebiscito para que o povo lhe autorizasse se candidatar de forma ilimitada. O povo, em votação soberana, lhe obstou esse desejo, dizendo não a esse plebiscito. Foi aí que Evo Morales sacou toda a sua força de ditador e manipulou os tribunais judiciários e eleitorais.
Ao perceber que com toda a manipulação que fez para sair candidato iria perder as eleições, Morales obrigou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de seu país a parar a contagem, fraudar votos, e declarar-lhe eleito. Esse foi o estopim para os cidadãos, vítimas de alguém que queria fraudar a vontade popular, saíssem às ruas para protestarem.
Obviamente com apenas o povo nas ruas, democraticamente, seria impossível Evo ser deposto. O então presidente esperava contar com a força policial e o exército para reprimir as manifestações e intimidar os opositores. Contudo, algo mágico e especial aconteceu na Bolívia: o exército e a polícia também estavam de saco cheio do ditador e retiraram-lhe seu apoio. 
Quando Evo percebeu que estava só e a multidão marchava rumo ao seu palácio, teve medo pela primeira vez e como um rato decidiu fugir do país. Antes, porém, inspirou-se na ex-presidente Dilma Rousseff (Brasil), acusando seus opositores de dar-lhe um golpe, mas a verdade é que ele quis dar o golpe, obrigando o TSE a fraudar a eleição, e acabou se dando mal.

Uma Bíblia salva a vida de um policial que foi baleado com arma de calibre 9 milímetros - Em meio ao terror que partidários de Evo Morales provocavam, um desses militantes pró Evo Morales sacou sua arma de 9 milímetro e atirou para matar um policial. Mas eis que o policial atingido levava consigo uma Bíblia e a bala a perfurou e perdeu força. Com isso o policial que atuava em Ypacani, foi salvo. Uma história incrível e bonita que surge em meio ao caos que a esquerda tenta semear na Bolívia.



Fonte: Daniel Oliveira da Paixão
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