Daniel Paixão
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PAPUDISKINA: Crise na Amazônia e a esquerda que atenta contra a soberania nacional

Papudiskina da edição impressa 2021 - 30 de agosto de 2019
Publicado em: 30 de Agosto de 2019

Crise na Amazônia e a esquerda que atenta contra a soberania nacional - Os incêndios na Amazônia podem ter várias origens, desde as climáticas, até as criminosas. O tempo seco faz com que o próprio sol quente e o ar seco façam com que surjam os focos de incêndio. Além disso, existem os incêndios ocasionados por alguém que, irresponsavelmente, lança uma bituca de cigarro à beira de uma estrada. São inúmeras as formas como os incêndios se propagam. Muitos produtores rurais acham que é mais fácil, após uma derrubada, tocar fogo naquele trecho e isso pode se propagar rapidamente e promover verdadeira tragédia ambiental.
Seja qual for a origem dos incêndios, quando eles ocorrem na Amazônia, isso toma proporções muito grande, que envolvem de um lado os ambientalistas, e de outro lado os que acham que as derrubadas são importantes para promover o desenvolvimento de toda uma região. Tem ainda questões mais graves, que envolvem diretamente a soberania nacional, já que muitas potências mundiais, que já destruíram suas florestas, vêem a Amazônia como um patrimônio de todos.
Está certo dizer que a Amazônia interessa ao mundo, é um patrimônio da humanidade, mas para, além disso, tem a questão da soberania dos países que tiveram a bênção de ter esse bioma e essa biodiversidade como parte de seus territórios, como é o caso do Brasil, da Colômbia, do Peru, da Bolívia, do Equador e da Guiana Francesa, por exemplo. A Amazônia, portanto, nesse sentido, é transnacional. Mas só os países envolvidos é que podem dizer que a Amazônia é nossa. Dentre todos esses países, o Brasil é abençoado por ser o dono da maior parte da Amazônia, já que praticamente metade dela faz parte do Brasil.
Nós, como brasileiros, temos de amar e proteger a nossa Amazônia e nesse ponto é importante que ajamos rápido no combate aos focos de incêndio. O presidente Jair Bolsonaro está certo de se irritar quando gente de outros países queiram dar pitaco em nosso país, como foi o caso de Emmanuel Macron,  presidente da França. O Francês, como líder de uma das nações mais importantes do mundo, teria se saído melhor se, em vez de críticas absurdas, oferecesse de imediato sua solidariedade ao governo brasileiro e aos demais governos da Amazônia.
Temos, porém, de admitir uma mea culpa. Tivemos erros também cometidos pelo governo brasileiro. Jair Bolsonaro perdeu muito tempo com falatórios desnecessários. Ele demorou demais em tomar medidas práticas para combater o incêndio. Desde o início, deveria ter se posicionado contra as queimadas. Está certo que ele foi eleito pelo apoio, em grande parte, dos pecuaristas e dos barões do agronegócio. Mas ainda assim, ele deveria ter se preocupado com os efeitos negativos que as queimadas, em grande escala, iriam proporcionar.
Se por um lado temos de cobrar de Bolsonaro uma postura mais firme, por outro lado temos de lamentar o desserviço que as esquerdas brasileiras prestaram ao país. Gente do PT, PCdoB, PSOL, Rede e até algumas facções do PSB e do PDT fizeram um trabalho intenso para desmoralizar o país no âmbito internacional, usando a mídia estrangeira e as redes sociais para contaminar o ambiente. Esquerdistas de todo o mundo se mobilizaram não só contra o governo brasileiro, como também incentivaram que as grandes potências se intrometessem em questões nacionais além da conta. A França, por exemplo, passou dos limites ao sugerir, nas entrelinhas, que a Amazônia poderia adquirir um status de região transnacional. Isso equivale dizer que já existe interesse velado de retirarem a soberania de nosso país e de outros países da Amazônia.
Todo esse ambiente ruim e hostil ao Brasil foi criado via redes sociais, pasmem, senhores, por brasileiros. Pessoas rancorosas, que perderam a eleição, agora atacam o país de maneira irresponsável. O tempo todo, uma parte da esquerda raivosa e odiosa, coloca o país contra as cordas no ringue internacional. 
Vamos torcer que essa irresponsabilidade da esquerda radical tenha um preço alto para ela. O povo brasileiro precisa ignorar os partidos como o PT, PSOL, PCdoB e seus aliados nas próximas eleições. Temos de amar o nosso país e não odiá-lo, como faz as esquerdas, apenas porque a direita ganhou as eleições. Quando a esquerda governava, não víamos esse empenho da em esculhambar com o país lá fora. Essa prática, infelizmente, é da esquerda. Parece que essa gente não ama o nosso país. É isso, minha gente. Temos de nos mobilizar e votar, nas próximas eleições, apenas em partidos que amem, respeitem e valorizem o nosso direito à autodeterminação e soberania. Vamos dizer não ao Foro de São Paulo e à esquerda raivosa e dizer sim ao Brasil.

 



Fonte: Daniel Oliveira da Paixão
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