Daniel Paixão
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UM ANO DA FACADA E A IRRESPONSABILIDADE DE LULA - Papudiskina - 06 de setembro de 2019

Papudiskina - 06 de setembro de 2019
Publicado em: 09 de Setembro de 2019

Um ano da facada e a irresponsabilidade de Lula - Neste 6 de setembro, véspera de comemoração da Independência do Brasil, completa um ano que o ex-candidato do PSL, Jair Bolsonaro, e agora presidente foi atacado covardemente por um homem que não concordava com o seu crescimento nas pesquisas e possibilidade de vencer o pleito. Adélio Bispo de Oliveira tentou matar o agora presidente com uma facada na barriga. Ele era ligado a um partido de esquerda, o PSOL, e coisas estranhas aconteceram, como o registro dele como tendo estado em visita ao Congresso Nacional no mesmo dia e hora em que estava em Juiz de Fora, lugar do crime. 
A pergunta que se faz é: quem estaria por trás, como mandante? Seria essa pessoa ligada a um partido de esquerda? No Congresso Nacional, o presidente da Câmara não se empenhou para investigar a fundo qual o gabinete de deputado teria colaborado para que Adélio obtivesse o registro de entrada (Falso, obviamente).
Qual seria o objetivo de ele figurar como visitante ao gabinete de um deputado? Obviamente isso seria um álibi, caso ele não fosse pego no ato. Se, depois, suspeitas recaíssem sobre ele, usariam a informação de que, exatamente naquele momento, ele estaria em Brasília.
São informações como essas que levam milhões de brasileiros a questionarem a decisão da justiça que o considerou maluco e inimputável. Que doido programaria um crime nos mínimos detalhes, como ele fez, traçando a rota a seguir para pegar o candidato a quem queria matá-lo e pensar até em um álibi para o caso de ser apontado como suspeito?
Naturalmente o plano falhou porque o pegaram no exato instante em que ele esfaqueava Jair Bolsonaro. Só por isso ele não teve a oportunidade de usar o álibi que conseguiria – suspeita-se – com o apoio de um deputado.
Não há provas de quem seja esse deputado, pois a Câmara não divulgou. Mas algo estranho aconteceu pouco tempo depois, que foi a renúncia do deputado do PSOL, Jean Wyllys. Ele simplesmente mudou-se do país, e renunciou ao cargo de deputado federal, com um falatório esquisito, dizendo-se revoltado com a eleição de Bolsonaro e alegando “perseguições” à sua família. Mas que perseguições seriam essas? Obviamente que Jean Wyllys é odiado por milhões de brasileiros, por sua postura odiosa e o seu jeito rancoroso de fazer política, mas ainda assim não dá para considerar que ele estivesse realmente sob risco de morte.
Outra coisa estranha nesse ato da facada foi o fato de aparecer um grupo de advogado, que admitiu ser muito bem pago, para defendê-lo. Quem estaria financiando esses advogados? Todo o réu tem o direito constitucional de ser defendido por um advogado. Até aí tudo normal. O anormal, contudo, é que esses advogados não foram contratados pela família do criminoso, que se trata de gente simples e que não teria condições para tal.
Estaria um partido de esquerda por trás de tudo isso? Alguém que queria a morte do então candidato? O ato de seis de setembro realmente está envolto em mistério. Por mais que não se tenha chegado ao culpado, não dá também para acreditarmos que a facada em Bolsonaro tenha sido apenas um rompante de ódio de Adélio.

Negação da facada por gente da esquerda - Outra situação bizarra é que boa parte dos líderes políticos da esquerda, entre elas a maior figura do PT, insiste, de maneira absurda e insana, que não houve facada e que tudo não passou de uma encenação do ex-candidato e agora presidente. Qual o objetivo dessa negação absurda? Por que Lula e outros líderes de esquerda tentam negar esse crime horrendo?
Em recente entrevista a um veículo de comunicação internacional, Lula disse que não acredita na facada em Bolsonaro. É claro que ele sabe que Bolsonaro sofreu o ataque e ele teve de submeter-se a três cirurgias e agora terá de fazer uma quarta cirurgia. Ninguém vai ao hospital porque gosta de ter suas vísceras expostas. É claro que Lula, como maior figura da esquerda do país, age irresponsavelmente. Ele, que já foi um dos políticos mais influentes do mundo, agora perde ponto com essa fala absurda. É normal que gente que não tem o que fazer diga bobagens na internet, usando as redes sociais. Mas não é normal que um ex-presidente de dois mandatos como é o caso de Lula, aja de maneira tão vil e inconseqüente.
Sérgio Moro mantém-se com popularidade intacta, apesar de ataques
Apesar de todos os ataques que vem sofrendo, o ex-juiz e agora Ministro da Justiça Sérgio Moro continua com sua popularidade em alta no país. Segundo recente pesquisa do DataFolha, para 54% dos brasileiros, o ex-juiz é considerado bom ou ótimo. Apenas 20% dos brasileiros o consideram ruim ou péssimo. Somando os que consideram Moro como regular (24%), o nível de aprovação do agora ministro chega a 78%. 
A notícia é muito ruim para a turma do Lula Livre. Isto significa que a maioria dos brasileiros apóia a prisão de Luiz Inácio Lula da Silva e de outros condenados por Sérgio Moro. A pesquisa foi realizada entre os dias 29 e 30 de agosto.
A popularidade de Moro, segundo o DataFolha, é maior do que a do presidente Jair Bolsonaro que, segundo a mesma pesquisa, conta com apoio de 59% dos brasileiros, se considerarmos os que o consideram bom ou ótimo (29%) e os que o consideram regular, 30%.



Fonte: Daniel Oliveira da Paixão
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