Ossos do Ofício   ...
Ossos do Ofício - Dr. Alexandre Rezende

Coluna

Fraturas em Crianças

Conheça alguns dos principais tipos de fraturas encontradas em crianças
Publicado em: 12 de Abril de 2019

Fraturas em...

 

 

A maioria das fraturas está relacionada a quedas no ambiente doméstico, afetando em maior proporção os membros superiores (clavícula, punho, antebraço e cotovelo). É importante ressaltar que um trauma que provoca uma fratura nem sempre é violento. Um tropeço, por exemplo, seguido de queda ao chão pode ser suficiente.

Os ossos da criança apresentam diferenças em relação aos dos adultos. Essas diferenças são importantes para determinar o tipo da lesão, o tratamento e o prognóstico em caso de fratura. O osso da criança apresenta maior elasticidade e porosidade; o periósteo – membrana de tecido conectivo que reveste exteriormente os ossos – é mais resistente e há a presença das cartilagens de crescimento. Além disso, como a criança está em crescimento, a capacidade de seu corpo de formar e desenvolver os ossos é superior à do adulto.

 

Conheça alguns dos principais tipos de fraturas encontradas em crianças:

  • Fratura fechada: não há lesão da pele.
  • Fratura aberta ou exposta: há, na pele, uma ferida que se comunica com a fratura.
  • Fratura patológica: ocorre em osso afetado por problemas prévios que o enfraqueceram (como doenças congênitas, infecções e lesões benignas ou malignas).
  • Fratura por estresse: ocorre em ossos submetidos a esforço contínuo. Sua incidência vem se elevando devido à disseminação da prática esportiva intensa pelos jovens.
  • Fratura desviada: os fragmentos do osso se deslocam.
  • Fratura articular: há acometimento da articulação. Descolamento epifisário: atinge a placa de crescimento.
  • Fratura em “galho verde”: o osso é “lascado” ou “trincado”, sendo que um lado dele permanece íntegro.
  • Fratura subperiostal: ocorre sob o periósteo, membrana resistente que envolve o osso.

 

Caso testemunhem o acidente, os pais ou responsáveis devem relatar ao médico a situação e a forma como a criança caiu ou foi atingida. Do mesmo modo, informar a circunstância em que a criança mais sente dor pode contribuir para o diagnóstico: observe se ela grita ou chora ao trocar de fralda ou ao ter seu braço pressionado, por exemplo.



Fonte: SBOT
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade

Mais de Ossos do Ofício - Dr. Alexandre Rezende