Daniel Paixão
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COLUNA PAPUDISKINA: BOLSONARO E AS HIENAS

COLUNA DO JORNALISTA DANIEL OLIVEIRA DA PAIXÃO
Publicado em: 01 de Novembro de 2019

Bolsonaro e as hienas - O presidente Jair Bolsonaro teve mais uma semana daquelas. Quando ele, ou alguém autorizado por ele, postou o vídeo do leão acossado por várias hienas, até parece que já previa o que estava para acontecer. De fato há um grupo de hienas famintas querendo devorá-lo o tempo todo. Não vou qualificar quem são essas hienas, como fez o vídeo, mas seguramente ele tem razão em desabafar. O problema é que vêm os defensores do “politicamente” correto e pedem para ele voltar atrás e ele o faz em nome da política de boa vizinhança que é reclamada por uns, mas que não tem em relação a ele.. 
Não foi apenas a repercussão do vídeo que tirou o sono do presidente esta semana, mas a acusação leviana de que ele poderia ter alguma coisa a ver com a morte da ex-vereadora, Marielle Franco. Não é de hoje que parte da esquerda irresponsável do Brasil quer colocar à conta do presidente essa morte. Está muito claro, desde sempre, que partidos como PSOL e até o PCdoB e PT querem “lucrar” politicamente com a morte da vereadora, ocorrida há mais de um ano.
Revoltada com o próprio fracasso retumbante, a esquerda parte para o ataque infame, aproveitando-se da confusão mental de um porteiro que citou ter ouvido a um dos acusados pela morte de Marielle terem dito que iriam à casa do “Seu Jair”. Claro que respeitamos a liberdade de imprensa, mas a forma como certos veículos tem se colocado é que leva o presidente a ficar revoltado e até a dizer o que não deveria. 
A grande verdade é que a esquerda brasileira não quer achar o mandante, o idealizador do crime contra Marielle Franco. A esquerda já escolheu um alvo: Jair Bolsonaro. Ela quer insistir nessa tese na esperança de que a sociedade creia nisso, assim como insiste na tese de que Lula é inocente e não cometeu crime algum, apesar de todas as provas levantadas pelo Poder Judiciário.
Querem, de todas as maneiras, como hienas ferozes, perturbar o presidente da República, cercando-o por todos os lados. No Brasil não temos mais que 20% da população que se identifica com a esquerda, mas ainda assim é uma minoria barulhenta, que não age sempre com a razão, mas olhando apenas para seus próprios interesses. Essa esquerda só quer o bem do Brasil se gente da esquerda estiver no poder. Do contrário, quer mesmo jogar a bacia com água e o bebê no lixo.
É lamentável que alguns órgãos de imprensa também estejam se comportando tão mal, com denúncias sem fundamentos e algumas até irresponsáveis, como aquela da Folha de São Paulo, sem qualquer fundamento, de que empresários estariam comprando pacotes de WhatsApp para ajudar ao então candidato Jair Bolsonaro na campanha eleitoral de 2018.
Desde a eleição de Bolsonaro, órgãos de imprensa parecem ter se aliado à esquerda para fulminar o presidente e seus filhos com acusações diversas, entre elas a prática de rachadinha no gabinete do agora senador Flávio Bolsonaro, quando ele ainda era deputado estadual do Rio de Janeiro. A prática da rachadinha tem movimentado o cenário político brasileiro. O Ministério Público mostrou que a transferência de vencimentos era uma prática comum no legislativo fluminense, atingindo outros 26 deputados estaduais. A rachadinha, entretanto, está longe de ser uma exclusividade de um único local ou partido. Ouso dizer que existe desde a proclamação da República. 
Não há nada de errado em a imprensa divulgar essa prática que, apesar de “normal no cenário político”, é um crime à luz de nossa legislação. O problema é a forma seletiva. A imprensa ignorou completamente que quase 30 deputados, só do Rio de Janeiro, são investigados pela prática e centrou fogo apenas na figura de Flávio Bolonaro pela simples razão de ele ser filho do presidente da República, a quem querem, não se sabe o porquê, mantê-lo sob pressão.
A esquerda, portanto, não está sozinha nessa cruzada contra o presidente. O objetivo da esquerda, óbvio, é calculado. Quer fazer o presidente sangrar para obter dividendos políticos. O objetivo, claro, é voltar ao poder ao fabricar uma crise política, institucional e social no país. A oposição trabalhar para retornar ao poder não tem nada de anormal. O problema é a canalhice de setores da imprensa que se aliam a essa esquerda.
O papel da imprensa é informar os fatos, responsavelmente, mas também tem o dever de calcular se alguma de suas reportagens atentam contra a segurança nacional, contra os interesses do país. Hoje, seguramente, o que parte da imprensa faz, ao aliar-se aos interesses da esquerda, é jogar o nome do país na lama, como fez no caso das divulgações sobre as queimadas na Amazônia. Noticiar as queimadas não foi o problema, mas a forma como a imprensa se esforçou para ligar o caso ao presidente.
A imprensa e os partidos de esquerda não deveriam se engajar tanto para colocar o país em maus lençóis no cenário internacional. Sem o açodamento, já existem vários países do chamado primeiro mundo que querem a Amazônia para si. A situação se complica ainda mais quando um grupo de antipatriotas se unem a esses interesses.
Essa gente precisa entender que Bolsonaro foi eleito soberanamente pelo povo brasileiro. Deixemo-lo cumprir seu mandato. Depois, se o povo entender a necessidade de uma nova mudança, que isso seja feito pelo voto. Quanto aos maus feitos de seus filhos, se existirem, eles que paguem. São adultos e responsáveis pelos seus próprios atos.
Quanto ao presidente Bolsonaro, ele vem cumprindo bem o papel para o qual se propôs, que foi liberar a economia. Seu objetivo, desde sempre, foi abrir o mercado, fazer acordos históricos de livre comércio e combater a burocracia estatal. Está certo que algumas medidas tomadas, com o apoio dele, pelo Congresso Nacional podem até ser impopulares, como foi a Reforma da Previdência. Contudo, essa reforma teria de ocorrer de qualquer forma, fosse o presidente de direita ou de esquerda, caso quisesse agir responsavelmente para tirar o país do buraco.
Há remédios que são amargos, mas necessários. A previdência iria quebrar o país se nada fosse feito e num futuro próximo, os que reclamam de perdas em sua aposentadoria, iriam lamentar não recebe-las. Apesar disso, foi apenas uma reforma paliativa, capaz de se sustentar por alguns anos. Não mais que uma ou duas décadas porque a constituição demográfica muda. O tema da previdência é complexo demais. Tem a ver com privilégios de algumas classes que jamais vão abrir mão. O sacrifício, portanto, será pago pela parte social com menos poder de coerção, infelizmente.
Enfim, meus amigos, o que estamos vendo é um grupo trabalhar contra o país, sob o pretexto de cumprir o seu papel de informar. Mas os jornais, sites, rádios e TVs precisam ter os seus conselhos editoriais para avaliarem que informações realmente são de interesse público e vão beneficiar o país. O que mais vemos hoje, no Brasil, contudo, é uma profusão de divulgações que só interessam àqueles que querem desagregar o governo e semear o caos no país.

 



Fonte: DANIEL OLIVEIRA DA PAIXÃO
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